A ORIGEM SUPERIOR DAS ESPÉCIES

Roberto Cesar de Azevedo

INTRODUÇÃO GERAL


Para substituir o evolucionismo, que dominou os últimos 140 anos, estamos propondo a Teoria da Origem Superior das Espécies.

De certo modo é o oposto da Teoria da Origem Inferior das espécies, proposta por Darwin.

É superior porque toma como base um grupo de fósseis não só inexplicáveis pela teoria evolucionista, como desafiadores, e por si só desafiantes para uma nova proposta.

São os fósseis gigantes.

Lá estão eles, os ancestrais da maioria das espécies, gigantescos, com o dobro do tamanho das espécies congêneres atuais, completos, majestosos, magníficos!

Nossa linha de argumentação será a defesa da ciência, ou a defesa do método científico, que exige a observação acurada, como passo número um, seguida da honestidade intelectual.

A partir da década de noventa, a descoberta de uma série de fatos novos começou a abalar as estruturas do evolucionismo.

Vamos aos fatos, meus amigos!

Apresentaremos então, de modo compacto, a Teoria da Origem Superior das Espécies, procurando comparar as duas proposições, à medida que formos apresentando o temário.


PARTE 1

A Origem Superior das Espécies


1.1 Nos registros fósseis, as espécies são em geral superiores às equivalentes atuais. Além disso, surgiram completas, complexas e prontas.

Vejamos as evidências:

A mais antiga forma de vida, segundo a evolução, são as algas cianofícias, (vegetais aquáticos de cor azulada). Elas surgiram "perfeitas".

Se tivermos o cuidado de comparar as espécies fósseis aos seus equivalentes atuais, perceberemos que elas são em geral superiores, maiores e mais complexas que as atuais! Compare o tamanho dos fósseis de tubarão, crocodilo, aranhas, libélulas, etc. Sempre são maiores, e não minúsculos e incompletos.

No mês de abril de 1999, Jean Loup Welcomme, do Museu de História Natural de Paris, anunciou a descoberta do esqueleto quase completo de um mamífero chamado baluquitério, que pesava o equivalente a três elefantes africanos e tinha a altura de três homens. Leia mais em Veja de 19/5/99. Compare os mamutes aos atuais elefantes. Com relação ao tamanho, apenas, pense nos dinossauros.

Isso é fato, não é teoria e não pode ser contraditado. Isso ocorre tanto com os vegetais como com os animais. Portanto, a tendência geral da história dos seres vivos é uma caminhada do "perfeito" e do complexo, para o mais simples. É do completo para o mais despojado e do pleno para o parcial. É um processo degenerativo, involutivo.

A chave que abrirá aos verdadeiros cientistas o caminho para a compreensão do passado são os fósseis gigantes superiores. Este é o ponto central da Nova Teoria da Origem Superior das Espécies.

Aparentemente, colocando os fósseis com a seqüência da idade das rochas, tem-se a impressão de que os fósseis mais antigos são os mais simples e os mais modernos mais complexos.

Lembremo-nos, porém, de que não é correto dar a mesma idade da rocha ao fóssil, pois é necessário que primeiro exista o solo para que, em seguida, os vegetais e os animais nele se desenvolvam. Portanto, a comparação deve ser feita entre espécie fóssil e a equivalente atual.

Quando fazemos isso, fica evidente nossa proposição de que os fósseis equivalentes mais antigos são maiores e mais desenvolvidos que os atuais.

No futuro, além do aspecto morfológico, será possível fazer uma análise genética desses fósseis gigantes superiores, e acreditamos que o seu DNA poderá ser equivalente, ou muito próximo ao das espécies atuais correspondentes.

Para o evolucionismo, as espécies surgiram incompletas, inacabadas, imperfeitas, inferiores, menores e menos desenvolvidas que as congêneres atuais, sem órgãos, funções, sistemas e instintos que caracterizam seus correspondentes atuais, ou então, esses órgãos estariam desconectados e funcionando parcialmente.

Completando esse quadro desolador, os organismos inferiores se modificariam com muitíssima lentidão, com toda a probabilidade de extinção...

Em seu livro Origem das Espécies, Darwin escreveu:

"As formas recentes são superiores às formas extintas, e de fato o são, pois surgiram posteriormente sendo, portanto, mais aperfeiçoadas."

Aqui o evolucionismo se perde totalmente, pois é incapaz de explicar como um olho se desenvolveu aos pedaços, aos tropeções, por exemplo, ou como a abelha aprendeu a fazer favos matematicamente perfeitos. Já observamos que a mais antiga abelha encontrada em âmbar de New Jersey (que teria 80 milhões de anos), era "avançada e pouco difere das abelhas que vivem hoje".

É também um mistério para a evolução o tamanho dos vegetais e animais fósseis. Como vimos, ao compararmos as espécies fósseis com as equivalentes atuais, ao contrário do que imaginava Darwin, os espécimes fósseis são maiores, mais desenvolvidos e superiores aos atuais.

Diante disto Isaac Asimov, desconfiado, pergunta: a vida estaria se degenerando? Resposta correta: Sim, com certeza, está se degenerando!

Corrigindo Darwin
  • Portanto, para sermos coerentes com a realidade observada, temos que corrigir Darwin: o ancestral de cada espécie não é inferior, é superior.

1.2. O Autor e mantenedor da vida é Deus, Criador sábio, Arquiteto e Planejador de cada ser vivo.

Evidências – apesar de indiretas, as evidências do planejamento estão visíveis e disponíveis para todos. E, além de tudo, nosso Criador é um artista.

Era com assombro que o criacionista Albert Einstein observava uma "inteligência de tal superioridade que todos os pensamentos e ações humanos não passam de um reflexo inteiramente insignificante".

No entanto, Darwin substitui o inteligente e superior Deus, pela seleção natural, um "princípio" altamente incompetente que levou 4 bilhões de anos, na base da tentativa e erro, para criar vagarosamente as espécies atuais...

Como é fácil ocultar a ignorância na tal da seleção natural!

Darwin atribui à seleção natural as seguintes possibilidades:

"Não vejo problema em aceitar que determinada raça de ursos tenha se tornado, em virtude da seleção natural,... uma criatura comparada às baleias." E assim teremos uma criatura Darwiniana, que chamaremos de "urleia". É um urso negro que abrindo bem a boca na água "se transformará numa baleia". A piada foi tão jocosa que os amigos de Darwin o aconselharam a não colocar esse exemplo nas edições posteriores, pois colocaria em dúvida sua capacidade de observação e sua sanidade mental. ... Por semelhança, teríamos o

a. "lecego" – Conforme a imaginação de Darwin, seria um lêmur voador que se transformou em morcego. "Não vejo qualquer dificuldade insuperável em acreditar na possibilidade de que a seleção natural continue desenvolvendo essa membrana (do lêmur voador) até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego." O fóssil de morcego teria surgido antes que o do lêmur, voando magnificamente e com todo equipamento de eco-localização... (ver item 1.9).

b. "beximão" – "não tenho dúvida quanto ao fato de que todos os vertebrados dotados de pulmão descendam... de algum ancestral primitivo sobre o qual nada sabemos... dotado de uma bexiga natatória."

c. "rabo da girafa" – Darwin tinha grande dificuldade em compreender a origem da cauda da girafa.

Estes são exemplos da magnífica ciência proposta por Darwin...

Onde está a observação cuidadosa? Onde está o método científico?

Com a maior facilidade ele inventa as mais jocosas, hilariantes, alucinantes e anticientíficas explicações!

Para grande surpresa dos evolucionistas, além do "princípio" da seleção natural, "um princípio", Darwin precisa valer-se de um "ente", um poder quase sobrenatural, para tomar o lugar de Deus, que opera através da variabilidade natural. É um "poderoso agente", que "trabalha" "cada hora que passa" "esquadrinhando minuciosamente".

"É da fome e da morte que advém o mais elevado objetivo que somos capazes de conceber: a produção de animais superiores."

Assim, Darwin não só inventou o seu "inferno particular" da luta alucinante pela vida, cujo motor é a fome e a morte, mas contratou para dirigi-lo um "poderoso agente". Depois culpou a Deus por isso!

Darwin nem percebe a contradição paradoxal! Vejamos:

As variações seriam "vantajosas, proveitosas"... "úteis", para "aperfeiçoar", "aprimorar", "jamais será prejudicial", cada vez melhor", "favorece o que foi bom", com o objetivo de alcançar a perfeição.

Essa "nobreza" toda é contrastada pela realidade da acirrada competição vital, luta mortal, uns comendo os outros, sofrimento, fome e morte!

Corroborando, os geneticistas sabem que quanto mais deletéria a mutação, mais deformante e prejudicial será ela.

Há evidências de que a "seleção natural" e o "poderoso agente" atuam no sentido de prejudicar, degenerar, deteriorar, desfigurar, involuir! Assim, os "princípios de Darwin" agem ao contrário do que ele mesmo propõe!

O próprio Darwin comprova que sua teoria é falsa: o desuso "atrofia" o órgão, o avestruz e a urleia são "monstruosidades", há "regressão", quando deveria haver aperfeiçoamento; reaparecem "órgãos inúteis". Pense na utilidade das asas sanfonadas e encerradas nos élitros soldados de alguns dos besouros, enquanto eles não voam; os instintos adquiridos lentamente provocam sofrimento, o peixe vivendo nas cavernas se tornou cego, e por aí afora...

O próprio Darwin afirma que "órgãos em estado rudimentar mostram claramente que algum tipo de ancestral deveria possuir aquela parte em estado PERFEITAMENTE DESENVOLVIDO". Mas isso não é evolução, é regressão!

Portanto, o grande princípio não é de evolução mas de degeneração e de involução!

BRINCADEIRA?

Darwin tinha uma técnica singular:

Primeiro – Inventa um princípio mitológico: a seleção natural.

Segundo – Conta a brincadeira da "urleia", do "lecego", do "beximão" que jamais ocorreram; são delírios completos. Não observa, não vê, não demonstra absolutamente nada.

Terceiro – Nesse ponto, um cientista teria que rejeitar a teoria. E o que Darwin faz? Se é uma brincadeira, imagina que seus leitores a apreciem. Assim, sem os fatos, teima na sua teoria!

Quarto – Passo triunfal da loucura de Darwin – a teoria está certa, não importando a comprovação dos fatos!


1.3. As espécies surgiram em meio ambiente adequado, adultas, completas, superiores. Foram planejadas previamente, com desígnio e finalidade. No decorrer do tempo se degeneraram, involuíram. O meio ambiente foi preparado para receber a vida.

Evidências - novamente os fósseis analisados espécie a espécie mostram que são completos, superiores e "perfeitos".

Os primeiros fósseis não são primitivos seres unicelulares... "mas formas complexas multicelulares".

Há órgãos e sistemas que podem ter degenerado.

O Evolucionismo afirma que:

O meio ambiente primordial não foi planejado; era inadequado para receber os seres vivos, caótico e pior que o atual.

As espécies, com patrimônio genético, órgãos, funções, sistemas e instintos foram surgindo de modo incompleto, desordenado, aos pedaços, através de um acaso cego, sem plano, desígnio ou finalidade! No decorrer do tempo, melhoraram e evoluíram.

Os evolucionistas atacaram um Criador inteligente, e no seu lugar inventaram uma crendice fantasiosa, pela qual se foram originando as espécies aos tropeções, muitíssimo lenta e caoticamente. ... Uma dose de "fé" e "presunção" incomensurável...

1. Angiospermas

Quanto ao "mistério abominável" do surgimento das angiospermas (vegetais com flores mais complexos), não se diz nada. Surgiram em bloco, simultaneamente e já especializados, mais exuberantes que os atuais. Um tormento para quem quer enxergar evolução em tudo!

2. Abiogênese

Pior ainda é a questão da abiogênese. Os evolucionistas afirmam, sem evidência científica alguma, que a vida proveio da não vida, de elementos químicos simples.

Em 1972 enviamos nosso protesto à revista Ciência e Cultura. As folclóricas explicações da resposta que deram são conjecturas, improbabilidades, impossibilidades, nenhum evento as demonstrou...

Apesar disto, e insultuosamente, estão em qualquer livro de evolução, contradizendo Pasteur, que demonstrou clara e elegantemente que a vida provém de vida.

Aliás, Pasteur desde 1864 é rejeitado pelos evolucionistas.

Hoje, 135 anos depois, a farsa continua. Desde quando isto é ciência? O método científico exige observação acurada, demonstração inequívoca, baseada em fatos comprovados. Para o evolucionismo, a biogênese é apenas uma suposição, enquanto a evolução é um fato demonstrado...

3. Os órgãos vestigiais

E o que dizer dos órgãos vestigiais?

Os "cientistas" evolucionistas depois de um século conseguiram identificar uma centena de órgãos vestigiais no homem, desde as amígdalas, apêndice, glândula pineal, até o cérebro. ... Seriam vestígios de órgãos completos existentes nos ancestrais.

A cegueira permaneceu até a década de 60, e ainda hoje aparece em certos livros evolucionistas!

Um estudo mais completo do organismo humano vem demonstrando cada vez mais que não há órgãos vestigiais, há apenas ignorância completa a respeito de suas funções. ... Pouco a pouco, descobriu-se a utilidade de quase todos esses órgãos.

Anatomia do calote da geração espontânea – abiogênese

Primeiro – inventa-se o mito da geração espontânea molecular.

Depois de 135 anos, se realizam milhares de pesquisas, tentando provar que a vida surgiu da não vida.

Não encontrando nenhuma evidência, se fossem cientistas, a teoria deveria ser rejeitada. Passam então a aceitar um absurdo.

Terceira fase – rejeição automática deste pseudo cientista crente chamado Luis Pasteur!

Quarta fase – É a triunfal declaração de que a teoria da geração espontânea molecular é uma verdade estabelecida, e a biogênese, apenas uma suposição!

Não satisfeitos declaram: "A teoria da geração espontânea foi experimentalmente refutada por Pasteur, mas de alguma forma teria que ter acontecido uma vez."

E passam a insultar o cientista que raciocina da causa para o efeito!

Corrigindo Darwin
  • Não é correto afirmar que os seres que nos antecederam são primitivos, mas que são nossos ancestrais, os quais podem ter sido superiores.

Corrigindo a abiogênese

  • Vida provém de vida.

1.4. Conceito de Espécies – As espécies são troncos básicos que contêm o patrimônio genético completo e singular, com ampla possibilidade de variabilidade, e que produzem descendentes semelhantes a si.

Por isso é possível caracterizar e classificar tanto as espécies fósseis como as atuais.

A classificação dos seres vivos é um ramo da biologia denominado "Taxonomia". De acordo com essa classificação, os seres vivos seriam classificados em:

Reino > Filo > Classe > Ordem > Família > Gênero > Espécie > Variedade.

Sugerimos a seguinte tentativa experimental de definição de espécie: Duas variedades pertencem à mesma espécie se:

  1. Podem se cruzar entre si, e produzir descendentes.
  2. Os descendentes podem se cruzar entre si.
  3. As duas variedades iniciais podem se cruzar com esses descendentes, e produzir descendentes.

Os evolucionistas afirmam que existe uma "árvore de espécies", ramificando-se a partir de um ser primitivo, que é o ancestral de todos os seres vivos. Vamos demonstrar que existe, não uma árvore única, mas uma verdadeira "Floresta Viva" de espécies.

Evolucionismo

1. Para Darwin, não existem espécies, como definidas acima, mas "formas" ou seres organizados, os quais estão todos ligados geneticamente entre si. As características dos ancestrais são diferentes das atuais.

A conseqüência é a introdução da confusão na sistemática.

2. Há uma "árvore genealógica" da vida.

Não há evidências para essa teoria, pois os fósseis equivalentes às espécies atuais são semelhantes entre si, e é possível classificá-los.

Variedades são confundidas com espécies. Por exemplo, os evolucionistas apresentam 14 "espécies" de trigo, sendo pelo menos 12 do gênero Triticum e duas do gênero Aegilops.

No caso do algodão, haveria no mínimo "14 espécies".

E o cão? Darwin imaginava que seriam duas espécies, sem contar o lobo.

Portanto, instalou-se a confusão na taxonomia vegetal e animal, a partir de Darwin.

Partindo da nossa sugestão de espécie, teríamos não 30 espécies de trigo algodão e cão, mas apenas três troncos e 30 variedades.

O título do Livro de Darwin deveria ser "a NÃO origem das NÃO espécies"... ou a "Origem da confusão."

Recuando no tempo, os diagramas evolucionistas não apresentam nem hoje, nem no passado, os milhões e milhões de elos interligando as espécies da árvore filogenética. Apresentam apenas troncos distintos e não árvore filogenética.

É motivo de galhofa, de piada, o "elo" macaco-homem de Piltdown, uma fraude saudada efusivamente pelo evolucionismo, fabricada com a cooperação de Teilhard de Chardin, que durou 41 anos.

Em 1912, um homem chamado Charles Dawson publicou a descoberta do esqueleto de um homem pré-histórico achado na Inglaterra. Por 41 anos, acreditou-se que esse esqueleto fosse uma prova da ligação entre os macacos e o homem. Mais tarde, descobriu-se que, para criar esse "elo perdido", Dawson havia ajuntado fragmentos de um crânio humano aparentemente moderno, a mandíbula e os dentes de um orangotango, e os dentes, provavelmente de um chimpanzé. Os fragmentos haviam sido deliberadamente envelhecidos, e, embora os ossos acrescentados pertencessem a animais extintos, mas reais, eles não eram originários da Inglaterra.

Não existe um elo perdido. O número de elos teria de ser inconcebivelmente grande.

Aliás, haveria tantos elos, que seria uma árdua tarefa não encontrá-los. ... Os elos seriam a regra, e não seria possível identificar indivíduos de uma espécie semelhante!

Só que não foram encontrados!

A árvore genealógica da evolução não foi comprovada. As espécies surgem no testemunho fóssil plenas e completas.

Portanto, há uma floresta de espécies, e não uma só árvore. Aos fatos senhores!

Previsões da teoria da Origem Superior das Espécies

a. os fósseis confirmarão e nos ajudarão a encontrar o tronco da "árvore genealógica específica" de cada "espécie básica" ou "espécie tronco".

b. Nas "espécies tronco", os fósseis serão superiores às espécies equivalentes atuais em tamanho, morfologia, e patrimônio genético (citologicamente, cromossomicamente e em nível de DNA e genes).

c. Não poderá ser comprovada a teoria de que existe uma "árvore filogenética da vida". Ficará comprovada a hipótese de "Floresta de espécies básicas". Há uma Floresta de espécies!

 

Corrigindo Darwin
  • É espécie, não forma nem ser organizado.

1.5. As espécies fósseis surgiram de modo repentino, súbito.

Evidências – Os fósseis comprovam não somente o surgimento repentino das espécies, mas elas aparecem com todas as suas características funcionais.

Conforme McAlester, "verifica-se um rápido e drástico aparecimento dos primeiros animais". É só verificar os registros fósseis para se constatar esta evidência.

Para o evolucionismo, o processo foi lentíssimo, demorado, mas isso não tem comprovação nos fatos.

Darwin diz que os fósseis "pareciam ter surgido de maneira abrupta", para depois dizer que a aparência era falsa.

Os fatos desmentem a idéia de processos demorados e lentos, e isso é fatal à teoria de Darwin.


1.6. O patrimônio genético das espécies perpetua e mantém as características da espécie.

As características genéticas se perpetuam em várias etapas, Na primeira, o pareamento dos cromossomos é a justaposição, par a par, demonstrando plano prévio, que, para dar certo, começou pronto, de uma só vez.

Na segunda etapa, no DNA, as informações estão dispostas de tal forma que, molecularmente, se conectam de modo específico, seqüencialmente ordenados, gene a gene, base a base, uma sintonia finíssima, de inigualável nível organizacional, que requer obrigatoriamente plano prévio, especial e superior.

Para desespero dos evolucionistas, há uma terceira etapa. As estruturas bioquímicas complexas estão CODIFICADAS de tal maneira que darão origem a características específicas, células especializadas, órgãos e sistemas totalmente correlacionados, de altíssima precisão e complexidade.

Isso demonstra a correlação de código com característica. Portanto não é o caráter em si. A codificação exige um Codificador, um Planejador, um projeto específico, o qual idealizou a partir de uma informação genética, uma característica específica no ser desenvolvido.

Na fase adulta, mais complicações. Um dos sistemas, o reprodutor está planejado para fazer o processo inverso.

Assim, a existência de um código pressupões uma rigorosa superposição de informações, que darão origem a um ser CONFORME o patrimônio recebido pelos gametas.

Hoje falamos em mapeamento cromossômico e genoma humano. Os genes se reproduzem com rigorosa precisão, base a base, gene a gene. Esta é a regra principal da genética: A MANUTENÇÃO das características. As mudanças, as mutações, são exceções.

Imaginamos que as posições dos genes nos cromossomos se mantêm. Caso contrário, não seria possível fazer o mapa.

A lei geral é da MANUTENÇÃO e perpetuação das características na espécie e nas populações. As mudanças são a exceção. E são em geral deletérias e prejudiciais, não levando à perfeição.

Tudo isso são evidências fortíssimas, observáveis por qualquer cientista, e corroboram Pasteur e Mendel.

Esses dois cientistas são criacionistas, mas são rejeitados pela evolução. Nos dois casos, corroboram e apontam para a MANUTENÇÃO das características da espécie e dos ancestrais, e não sua mudança.

A abiogênese é uma farsa, nunca foi demonstrada e é anticientífica.

A postura de Darwin quanto a Pasteur, que em 1864 apresentou os seus trabalhos, e Mendel, dois anos depois é imperdoável.

Por isso, Mc Alester com razão afirmou: "Infelizmente a obra de Mendel foi ignorada, não somente por Darwin, como por parte dos cientistas da época."

Se Darwin teve acesso aos dois trabalhos, e com possibilidade assim ocorreu, novamente surge o questionamento: era tão sábio que não entendeu, ou realmente percebeu, mas, para evitar o desprestígio que causaria à sua obra, ignorou a ambos?

Assim, a genética foi retardada 40 anos!

Insistir que a reprodução e o patrimônio genético surgiram casualmente, aleatoriamente, cegamente, sem nenhuma correlação interespecífica e em mudança permanente é ignorar os fatos!

Há outras evidências mais contundentes. É o DNA fóssil. O DNA é uma estrutura molecular complexa que rapidamente se decompõe. Sua identificação em um fóssil reduz a idade a poucos milhares de anos. Assim, obrigatoriamente, a idade será de milhares de anos e não de milhões de anos. Pois estão obtendo DNA fóssil! No caso da magnólia fóssil, que teria 20 milhões de anos, verifica-se que era praticamente idêntica à atual, destruindo o conceito evolutivo de mudanças. Veja mais detalhes no item 1.8.


1.7. As espécies surgiram com o potencial de se multiplicar.

Isso indica mais potencialidade para manter a espécie, do que uma luta insana pela sobrevivência.

É correta a observação de que os organismos produzem, devido ao seu potencial, um grande número de ovos fecundados e sementes – são "fecundos e se multiplicam" (Gênesis 1:22). Para surpresa dos evolucionistas, esta idéia não é Darwiniana, mas uma característica inerente das espécies, e está no primeiro capítulo de Gênesis...

Darwin exagera esta questão, transformando-a numa luta infernal. Mas nem sempre é assim. Por exemplo, a ave mais numerosa do mundo, o petrel do ártico, põe apenas um ovo...

A questão da produção de sementes e dos vegetais em geral é paradoxal, pois é proposital, planejada e específica para a utilização dos animais e do homem, e por isso a produção é muito superior à necessidade de reprodução desses vegetais.

Ou seja, produção exponencial é inerente às espécies vegetais, pois elas são a base alimentar dos animais, cujos aparelhos digestivos surgiram prontos e completos para digeri-los, e não aos pedaços e tropeções.

O ideal evolutivo não seria que os vegetais produzissem somente para perpetuar sua própria espécie, inviabilizando o mundo animal? Ou, pior ainda, se a fome e a morte são os promotores da perfeição, quanto mais fome e mais mortes ocorrem, mais perfeitos seremos?


1.8. O material genético fóssil é semelhante às espécies equivalentes atuais, e é possível encontrar fósseis vivos.

Como os fósseis conservam as características genéticas equivalentes às espécies atuais, o conceito evolutivo de uma "árvore filogenética da vida", unindo todas as espécies, está agora sob suspeita.

Quando James William Schopf, paleontólogo que estuda os microfósseis, esteve no Brasil, mostrando que as algas cianofícias dos estromatólitos australianos de 3,5 bilhões de anos são tão semelhantes às cianofícias atuais, os nervosos evolucionistas da USP perguntaram o óbvio: "Porque esses seres se parecem tanto com as algas que existem atualmente?"

Darwin não aceitaria este fato, pois, segundo ele, "as formas recentes são superiores às extintas", ou seja, as formas ancestrais eram inferiores, primitivas, simples, incompletas, inacabadas, imperfeitas... Não conservam as mesmas características cromossômicas, não correspondem às espécies equivalentes atuais...

A resposta de Schopf foi fulminante: "São máquinas vivas perfeitas".

A pancada é muito forte:

E se de repente conseguirem fazer a análise cromossômica?

Recentemente, num tecido superficial de múmia egípcia que teria 2.430 anos, foi possível recuperar 5% de DNA. Isto significa uma redução do DNA à metade (50%) a (idade do Carbono 14) a cada 562 anos. Temos aí um relógio biológico, o qual demonstra a possível correlação entre DNA e idade relativa, e recente dos fósseis.

Relógio Biológico

Anos % DNA Anos % DNA
562 50% 2.810 3,12%
1.224 25% 3.372 1,56%
1.686 12,5% 3.934 0,78%
2.248 6,25% 4.496 0,39%
2.430 5%* 5.048 0,19%

Fonte: Brown, Robert H. PanFresco. "Fosiles Antiguos" – Ciência de los Origenes ( jan-ago 1995)
nº 40 e 41, pág 7. Publicado pelo Geoscience Research Institute, EUA, 1995
*idade da múmia egípcia

Atualmente, está sendo possível fazer a análise de DNA fóssil, o que seria impossível, se imaginássemos essas enormes idades atribuídas aos fósseis.

Foi possível recuperar DNA da magnólia fóssil que teria 20 milhões de anos. E o material era praticamente idêntico à espécie atual. Nada de evolução!

Completando essas informações, está aumentando o número de "fósseis vivos", o que por si só, já coloca em dúvida o conceito Darwiniano. Existe na Alemanha um museu de Fósseis Vivos, o "Lebendige Vorvelt", criado e mantido Joachim Scheven.

Previsões da teoria da Origem Superior das Espécies:

a. Cada vez mais haverá a comprovação de que, através da incontestável análise do material genético fóssil, será estabelecida a semelhança e conservação do patrimônio genético das espécies fósseis com as equivalentes atuais.

b. Cada vez mais será possível analisar material genético fóssil que guardará similaridade com o equivalente ser vivo atual e diminuirá drasticamente a idade de milhões de anos atribuída pela evolução.

c. Será possível em breve encontrar ossos e dentes de fósseis que não foram mineralizados. Se analisarmos o carbono 14 de tais ossos, a idade do fóssil será reduzida, e se o DNA for detectado, não poderá ser superior a milhares de anos.

d. No futuro, novos fósseis vivos poderão ser encontrados de diferentes espécies, como por exemplo, paleo-fósseis marinhos, e outros, colocando a evolução numa posição cada vez mais difícil.


1.9. A variabilidade natural é inata, é ampla a capacidade de variação, mas limitada pelo patrimônio genético dentro de cada espécie tronco.

Darwin começa o seu livro tratando da "Variação do Estado Doméstico", como uma pedra angular no seu afã de demonstrar o surgimento de novas espécies.

Segundo imaginava, ocorreria a seguinte seqüência:

Espécie > diferenças individuais> variedade incipiente> variedade característica (fixa)> espécie incipiente > nova espécie

Mas Darwin começa mal. Ao tentar encontrar evidências no cruzamento de pombos a favor da sua teoria, tropeça na realidade oposta, obtendo inesperadamente o padrão selvagem das pombas-das-rochas.

Considerou "surpreendente", e deu ao fenômeno o nome de "regressão", de "regredir", mas esse é um termo incorreto. É apenas retorno ao padrão selvagem. (Pombos não domesticados, que se reproduzem sem a interferência do homem.)

Outro tropeção de Darwin foi que ele confundiu duas variedades, as quais chamou de espécies distintas: a zebra e o quaga. Classificadas como duas espécies diferentes, o último quaga morreu em 1883, portanto há 115 anos.

Reinold Ran comparou o DNA das duas espécies, e, para seu espanto, era idêntico! A conclusão foi que tanto a zebra como o quaga eram da mesma espécie. O quaga era apenas uma variedade de zebra. Se isto é verdade, então seria possível, a partir da zebra selvagem, criar novamente a variedade quaga.

Assim, do mesmo modo que ocorreu a variação dirigida dos pombos, retornando ao padrão selvagem, agora, uma variação natural, casual, também fez retornar ao padrão selvagem (zebra)! É uma "zebra" completa na seleção natural como responsável pela produção de novas espécies!

Corroborando este fato, retornemos ao morcego. Se examinarmos os fósseis, descobriremos que, desde os mais antigos fósseis, as asas eram completas. Nunca se encontrou nada parecido com o "lecego".

Glenn L. Jepsen da Princeton University encontrou um morcego fóssil praticamente idêntico aos existentes hoje, que teria 60 milhões de anos, com todo o moderno equipamento de eco-localização, em Wyoming, EUA, e isto, segundo as idéias evolucionistas, ANTES que a classe dos mamíferos surgisse.

Jepsen demorou 33 anos para publicar o achado, com medo das retaliações das patrulhas evolucionistas...

Completando a discussão, não vamos nem falar da "lei" do uso e desuso proposta por Darwin, pois é totalmente falsa e rejeitada completamente. É um conceito anticientífico, sustentado pelo autor da Origem das Espécies.

Corrigindo Darwin
  • Não existe uma "árvore da vida" mas uma "floresta da vida"
  • Não existe "regressão", mas "retorno ao padrão selvagem".
  • Não existe "nova espécie", mas "variedade".
  • A "lei" do uso e desuso defendida por Darwin é totalmente anticientífica e falsa.

Voltar para "lecego"


1.10. Os embriões são formados obedecendo a uma programação genética prévia, contida no patrimônio genético da referida espécie.

Evidências – a programação genética é inata às células embrionárias, e segue um código próprio.

Evolucionismo – Para Darwin, o embrião é um "retrato" da forma ancestral, "comum de cada grande classe de animais", e pior ainda, "as formas de vida antigas e extintas devem parecer com os embriões de seus descendentes, ou seja, nossas espécies atuais" .

Em sua alucinação, Darwin julgava que a "sucessão geológica de formas extintas seria de certa forma paralela ao desenvolvimento embriológico de formas recentes".

Esse conceito não só é anticientífico, como é uma falsidade. Pior ainda é o que o visionário Dr. Ernest Haeckel, o apóstolo de Darwin propiciou:

  1. Fraudulentamente igualou os embriões de cães e de seres humanos, fraude que permaneceu nos livros evolucionistas até duas décadas atrás.
  2. Introduziu na Alemanha o vibrião colérico do evolucionismo, que desembocou no nazismo.

Já sugerimos outorgar o Prêmio Nobel da Evolução para o destacado cientista evolucionista, Dr. Josef Mengele, pesquisador altamente respeitado, PhD pela Universidade de Munique e doutor em medicina pela Universidade de Frankfurt. Seu livro de cabeceira? – Origem das Espécies.

Na verdade, Josef Mengele foi conhecido como o "Anjo da Morte". Ele dirigia experiências médicas com os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz, na Áustria. Seu maior interesse era descobrir meios de aumentar a fertilidade, a fim de aperfeiçoar a raça alemã.


PARTE 2

A ORIGEM DILUVIANA DOS FÓSSEIS


O advogado Charles Lyell exerceu uma profunda influência sobre Darwin, o qual transpôs as idéias uniformistas da geologia para a biologia.

O uniformismo é a peça fundamental, a viga mestra, o pilar principal da evolução .

De acordo com essa proposição, o número de fósseis seria diminuto, inexpressivo, pois, imaginando-se que o uniformismo seja real, as condições de fossilização seriam muito reduzidas. Basta acompanhar os processos atuais de sedimentação. São raros os casos em que os cadáveres dos animais são soterrados pelos sedimentos trazidos pelas correntes ou pelas enxurradas. Mas, para surpresa de Lyell, os fósseis se contam aos bilhões, e na base das toneladas...

E, por mais estranho que pareça, resultam de sepultamento rápido, o que requer um volume considerável de água, ausência de oxigênio (afogamento na água e morte súbita), vulcanismo concomitante, movimentos da crosta terrestre, impacto de asteróides, todos acontecimentos catastróficos, o que, por si só, contradiz novamente a retórica de Lyell.

Os geólogos aferrados aos lentíssimos e lerdos mecanismos da geologia uniformista atacaram pesadamente Harlen Bretz, que, em 1923, descrevia o efeito de uma catástrofe diluvial na região nordeste dos EUA. O bloqueio do uniformismo durante 56 anos rejeitou o óbvio. Somente em 1979, o uniformismo de Lyell começou a ser rejeitado.

Cada fóssil soterrado abruptamente, e preservado, discursa contra o uniformismo: são todos resultados de catástrofes!

Na formação Santana, do Ceará, os fósseis revelam detalhes impressionantes, como copépodos (parasitas) nas guelras dos peixes, e escamas que podem ser analisadas detalhadamente; revelam morte repentina, súbita, em MENOS DE DUAS HORAS.

Os milhões de fósseis desta formação desmentem a retórica do advogado!

Assim, Lyell imaginou o uniformismo, lerdo e lentíssimo. Apesar de ter tropeçado numa montanha carbonífera de 527 metros de altura, e conhecer as causas da formação dos fósseis, que invalidariam sua hipótese, o descuidado observador não utilizou o método científico e colocou sua teoria acima deles.

A falta de percepção, a observação superficial, e a confusão geológica patrocinada pelo descuidado Lyell deve servir de alerta para os paleontólogos, e merece uma severa repreensão!

Para o evolucionista Stephen Jay Gould "Lyell ganhou na retórica o que não pôde demonstrar com os dados".

A partir de 1830, os uniformistas buscaram freneticamente as provas da lerda e trôpega idéia de Lyell, mas só encontraram evidências de catástrofes.

Já se passaram 169 anos, e o anticientífico, lerdo e retrógrado uniformismo ainda persiste! Tudo, porém, não passa de uma fábula fabulosa!

Darwin deu um passo além! Para ele, a causa da extinção era a seleção natural!

Como essa explicação não pode ser comprovada, atribuiu a extinção a um "gratuito mistério".

Como há bilhões de toneladas de fósseis, todos resultantes de soterramento rápido e abundância de água, e muitos deles surgidos de morte súbita, em questão de horas, o uniformismo é falso, e a seleção natural como causa da extinção não é um gratuito mistério, mas uma falsidade comprovada.

Assim, a viga mestra, o pilar sobre o qual se baseou Darwin, está irremediavelmente comprometido.

Há, porém, outras conseqüências gravíssimas para a evolução:

1. Se eliminarmos as datas fictícias dos fósseis (baseadas na falsidade de que o fóssil tem a mesma idade das rochas que os contêm), ENTÃO TODAS AS ESPÉCIES surgiram repentinamente, completas e complexas. E, se foi ao mesmo tempo, aproximamo-nos da criação.

2. Se surgem com suas características completas, complexas, a causa de sua origem não é o acaso, e isso corrobora que foi planejada detalhadamente, demonstrando o desígnio de uma inteligência.

3. Se essas características completas e complexas dos fósseis de determinada espécie são semelhantes às das espécies atuais,

4. Se a abiogênese é uma falsidade, não foi demonstrada, e assim mesmo é aceita, isso é um calote, que, no caso, perdura há 135 anos (a partir de Pasteur).

O surgimento súbito das espécies é altamente provável e pode ser confirmado facilmente.

Os fósseis desapareceram abruptamente, assim sendo:

As evidências fósseis, e, conseqüentemente, catastróficas das extinções em massa é universal.

Podemos então chegar às seguintes conclusões:

Os fósseis de todo o reino vegetal e animal estão presentes em todo o mundo.

Há ainda outras questões que necessitam ser esclarecidas.

Muitos animais que utilizam vegetais para sua alimentação, NÃO estão fossilizados em seu ambiente natural.

Ao mesmo tempo, os fósseis vegetais, base alimentar dos fósseis animais, podem estar sepultados conjuntamente, formando depósitos carboníferos compactados.

Portanto, deduz-se que foram deslocados de seus sítios de origem e transportados para outros locais.

O veículo de transporte foi a água em grande quantidade.

Se os fósseis não estão em seu hábitat natural, foram transportados.

Como os fósseis estão em sua maioria agrupados fora de seu hábitat natural, concluímos que:

Portanto, os cientistas devem rejeitá-la.

Outra questão é óbvia:

Como são necessários água e soterramento rápido para formar fósseis, NÃO HÁ correlação entre a idade do fóssil e da terra (os sedimentos que o sepultaram). Os sedimentos teriam que existir antes do fóssil, pois, caso contrário, não haveria fossilização.

Em outras palavras: A idade dos fósseis não corresponde à idade das rochas que os contêm.

O curioso é que a maioria dos fósseis das camadas geológicas inferiores são de animais de locomoção lenta, organismos marinhos (como corais, moluscos, mariscos), invertebrados ou vegetais.

À medida que avançamos nos estratos, vamos encontrar animais de locomoção mais rápida.

Portanto, isto é uma evidência, não de complexidade inferior para superior, mas de mobilidade inferior para superior, meios distintos, zonas ecológicas sepultadas repentinamente, ou graus diferenciados de flutuação.

Ao mesmo tempo, se, além da pouca mobilidade, houve fossilização, é porque ocorreu repentino sepultamento. Nos dois casos, a evidência é de uma catástrofe repentina, invalidando o uniformismo.

O outro fato intrigante é que os vegetais normalmente existem junto com animais de maior porte, e, portanto, deveriam estar na mesma camada, e não é isso que acontece.

Se não estão, é evidência de que algo de anormal ocorreu, indicando catástrofe, novamente invalidando o uniformismo.

E atenção!

A comparação que deve ser feita é do tamanho e da complexidade entre as espécies fósseis e suas equivalentes atuais.

Na teoria evolucionista, o tamanho e complexidade dos seres vivos são inferiores no testemunho fóssil e superiores nos atuais.

A teoria da Origem Superior afirma exatamente o inverso: As espécies fósseis equivalentes às atuais são superiores em tamanho (morfologicamente), seu patrimônio genético seria "perfeito", completo e superior às respectivas espécies atuais.

A partir da "perfeição", houve perda parcial, o que caracteriza um processo degenerativo, involutivo de todas as espécies vegetais e animais.

Corrigindo Lyell
  • não foi uniformismo o que ocorreu, foi catastrofismo.
  • não há poucos fósseis, há bilhões deles, na base de toneladas.

Corrigindo Darwin

  • a seleção natural não produz fósseis.

PARTE 3

A ORIGEM SUPERIOR DO HOMEM


Darwin induziu os paleontólogos, etnólogos e biólogos a imaginar raças superiores e inferiores. Depois, transformou nossos ancestrais também em seres primitivos, abrutalhados e degradados.

Com essa imagem de um ser humano, simiesco e bestializado, repugnante, realizou esforços denodados para demonstrar suas idéias. Assim, não só desdenha o Criador, mas rebaixa e degrada os seres humanos, sem provas de que isso tenha ocorrido.

Origem e características dos seres humanos

Deus é o Autor dos seres humanos, os quais possuem a imagem de seu Autor. Os primeiros seres humanos eram superiores aos atuais em estatura, vitalidade, capacidade craniana, inteligência. A linguagem é inata.

Vamos deixar bem claro. Nossos ancestrais eram superiores, gigantes, maiores do que os atuais em estatura (portanto mais de dois metros), mais inteligentes (provavelmente com capacidade craniana acima de 2.000cc.), mas ainda não foram encontrados.

Evidências – Há, porém, no horizonte algumas evidências significativas:

  1. Vegetais e animais gigantes, com o dobro do tamanho atual e semelhantes às espécies atuais.
  2. O Neandertal e o Cro-Magnon, um, atarracado, o outro, mais alto que o homem moderno, e ambos com capacidade craniana superior à atual.
  3. Indícios da presença humana antes da história.

O Evolucionismo sugere:

O primeiro ser humano era extremamente inferior ao atual, surgiu por acaso.

Os evolucionistas abominam a idéia de um Criador inteligente e sábio, o Arquiteto que criou um ser humano pronto de uma só vez. E riem desta "crença".

Em contraposição o evolucionismo orgulhosamente, considera uma alegria, satisfação, uma glória imensa, uma postura "científica", a crendice hilariante, mas trágica do primitivismo e da degradação humana!

Darwin se "engrandecia", e achava que as formas primordiais ganhavam "nobreza"...

Huxley julgava uma grande honra que seu tataravô fosse simiesco.

E assim, perdemos os últimos 140 anos procurando o primeiro ser humano abrutalhado, o elo perdido, e não o encontramos...

Ele quase foi achado em 1912, o Eoanthropus dawsoni, o homem da aurora. Mas descobriu-se que foi fabricado por outro Charles, o Dawson, junto com seu colega Teilhard de Chardin...

O primeiro ser humano imaginado pelos evolucionistas teria uma estatura de 30 a 35cm, uma capacidade craniana ao redor de 250 a 300cc., e uma inteligência nula.

Darwin se esforçou para tornar primitivos e abrutalhados nossos ancestrais. Para ele, os Neandertais eram sub-humanos, quase bestas... Mas ele foi um péssimo observador, ignorou a capacidade craniana de 1.600cc e considerou o dado irrelevante.

Com o parecer de Darwin, o maior paleontólogo francês, o evolucionista Marcelin Boule, auxiliado pelo "experiente" Teilhard de Chardin, inventou outra farsa, degradando o ser humano, tornando-o simiesco e bestial.

Assim, o Neandertal imaginado por Darwin, e criado por Boule foi gloriosamente saudado e festejado!

Depois, descobriram que o nosso ancestral, além de ter capacidade craniana superior, sepultava os seus mortos, cuidava das crianças, cultivava plantas medicinais, apreciava as flores, fabricava tecidos e sabia tocar flauta com a mesma escala musical de 7 notas que conhecemos.

O eminente professor Francisco M. Salzano assim se expressou:

"Provavelmente influenciado por idéias preconcebidas (leia-se evolucionistas de Darwin)... Boule sugeriu que o homem de Neandertal era bestial e simiesco... Essa imagem simiesca persistiu por muito tempo."

Além do Neandertal, o Cro-Magnon também possui capacidade craniana maior (1.700cc) que a atual, e sua altura é elevada (1,80m).

Portanto, involuimos, degeneramos!

Quando vamos acordar? As evidências apontam para nossos ancestrais superiores, maiores, gigantes, os quais devem ser procurados neste próximo século!

Já perdemos 140 anos nessa "brincadeira"...

Os indícios da presença humana estão aparecendo gradativamente, desde o carbonífero ao cretáceo. Quando isto ocorrer plenamente, teremos feito a maior descoberta paleontológica de todos os tempos!

Grandes achados paleontológicos e arqueológicos estarão diante de nós neste próximo século. Os gigantes estão chegando!


SÍNTESE GERAL COMPARADA DA TEORIA DA ORIGEM SUPERIOR DAS ESPÉCIES COM O EVOLUCIONISMO


Apresentamos na seqüência um resumo comparativo entre as duas teorias, e uma classificação indicada pelas letras V, P, I ou F (Verdadeiro, Provável, Indefinido ou não demonstrado, Falso), tendo em vista os fatos comprovados até o presente.

Ao mesmo tempo, a comparação se tornará mais didática, e a identificação das semelhanças ou diferenças, mais visível.

PARTE 1 - Tabela Comparativa entre Origem Superior das Espécies e Evolucionismo

  Origem Superior Evolucionismo
1. O Autor Deus Criador, eterno, poderoso autor do Universo, arquiteto, planejador da Terra e Criador dos seres vivos.

I

Seleção Natural – ser mitológico, que levou 4 bilhões de anos para formar as espécies, na base de tentativa e erro, sem plano prévio.

I

2. Manutenção da Vida Deus é o mantenedor da vida, no passado e hoje.

I

"Poderoso agente" que atua a cada hora, (Satanás...)

V

3. Planejamento das Espécies Planejadas previamente, com desígnio e finalidade.

I

Casual, sem desígnio ou finalidade.

F

4. Origem das Espécies Adultas, completas, superiores com características genéticas próprias.

V

Protótipos, forma primordial simples, incompletas, inferiores, sem características genéticas definidas.

F

5. Espécie – Tentativa de definição As espécies tronco ou espécies básicas (no ato da criação) continham o patrimônio genético completo, singular e com ampla possibilidade de variação, produzindo seres semelhantes a si.

É possível caracterizar e identificar as espécies, tanto no passado como no presente.

P

Não há espécies, há "formas", "seres organizados", os quais estão todos ligados geneticamente entre si. As características genéticas dos ancestrais são diferentes das atuais.

Não é possível classificar adequadamente as espécies, pois variam no decorrer do tempo.

F

6. Tempo de surgimento das espécies Repentino, súbito, imediato.

V

Extremamente lento, lentíssimo, demorado.

F

 

7. Complexidade das espécies

Superiores às atuais, surgiram completas, prontas, acabadas, mais desenvolvidas que as congêneres atuais, com todas as suas células, órgãos, funções, sistemas, interrelacionados, funcionando regularmente e com os respectivos instintos.

P

Inferiores às atuais, surgiram através de modificações lentas e graduais, incompletas, inacabadas, imperfeitas, menos desenvolvidas que as congêneres atuais, sem órgãos, funções e sistemas funcionando, desconectados entre si e sem os instintos.

F

8. Reprodução e Patrimônio Genético

8. 1 – Reprodução (e reprodução sexuada)

Surgiram com as características sexuais já adequadas para a reprodução imediata daquela espécie, capazes de gerar descendentes semelhantes.

P

Surgiram casualmente, aleatoriamente, em períodos lentos. As características sexuais eram indefinidas. Podem gerar seres diferentes.

I

8. 2 – Potencial e Patrimônio Genético Contidos totalmente nas espécies tronco, com mecanismos capazes de perpetuar essas características conforme cada espécie, e permanecendo neles.

V

Potencial genético indefinido e interespecífico, não se mantendo na espécie. Muda no decorrer do tempo.

I

8. 3 – Multiplicação dos seres Espécies têm capacidade de se multiplicar.

I

Progressão aceleradíssima, geométrica.

V

9. Material Genético Fóssil Semelhante às espécies equivalentes atuais.

P

Diferentes das espécies equivalentes atuais.

I

  É possível encontrar "fósseis vivos".

V

É praticamente impossível a existência de "fósseis vivos".

I

10. Variabilidade Natural Limitada pelo patrimônio genético, inata, e com ampla capacidade de variação, dentro de cada espécie tronco ou básica.

P

Ilimitada, não é inata, com ampla capacidade de variação, originando novas espécies.

F

11. Afinidade entre as espécies Não há correlação genética entre as espécies básicas. Cada espécie é uma "arvore distinta", há uma "floresta de espécies". Não há elos intermediários.

P

As espécies se conectam umas com as outras. Estão interligadas geneticamente. É uma "árvore só". Há incontáveis elos, formas intermediárias interligando as espécies.

I

  Os embriões das espécies tronco são diferentes entre si genetica e morfologicamente.

V

Embriões são semelhantes entre as espécies. É um "retrato" da forma ancestral

F

 

PARTE 2 - A Origem Diluviana dos Fósseis

  Origem Superior Evolucionismo
    1. Fósseis

A – Causas da extinção

Abundância de água e soterramento rápido, ausência do oxigênio.

P

Seleção Natural, onde as formas antigas, menos aptas são extintas pelas novas.

F

B – Surgimento Repentino, súbito.

V

Longuíssimo, bilhões de anos.

I

C - Desaparecimento Abrupto.

V

Lentíssimo, bilhões de anos.

F

D – Abrangência Universal.

P

Não ocorreu o dilúvio. Uniformismo.

F

2. Número de Fósseis Abundantes, bilhões, toneladas.

V

Raríssimos, incompletos, imperfeitos.

F

3. Meio ambiente e Ecossistemas Fósseis Diferentes e melhores que os atuais. Rompimento abrupto por causas físicas.

I

Piores que os atuais. Uniformidade, predominando os mesmos fatores que existem atualmente.

P

 

PARTE 3 - A Origem Superior do Homem

  Origem Superior Evolucionismo
1. Autor Deus

I

Seleção Natural

I

2. Características do 1º ser humano À imagem de seu Criador Extremamente inferior ao atual.
2.1. Estatura Superior à atual Inferior à atual (5 a 6 vezes menor)
    1. Vitalidade/Longevidade
Superior à atual Inferior à atual, reduzidíssima.
2.3. Sexo/Reprodução Surgiram simultaneamente e eram adequados à reprodução (homem e mulher) Aleatório, em apenas 1 indivíduo
2.4. Capacidade craniana Superior à atual – provavelmente acima de 2.000cc. Inferior à atual (5 a 6 vezes menor)
2.5. Inteligência, Cultura Desenvolvida, ampla, a fala era inata. Inexistente, não falava, grunhia.
  I I
3. Conseqüências Todos seres humanos são semelhantes e irmãos. Cooperação.

I

Há raças superiores e inferiores – luta e genocídio.

F

Resumo

Para cada uma seções das três partes acima, classificamos tentativamente cada uma delas, tendo em vista os fatos comprovados até agora, utilizando os seguintes critérios:

V = verdadeiro
P = provável
I = Indefinido ou não demonstrado
F = Falso

    A – Espécies B – Fósseis C - Homem Total
Origem Superior V 5 3 - 8
  P 6 2 0 8
  I 4 1 3 8
  F 0 0 - 0
Evolucionismo V 2 - - 2
  P 0 1 - 1
  I 6 1 2 9
  F 7 4 1 12

Como observamos, se tomarmos o critério de Verdadeiro e Provável, predomina a Teoria da Origem Superior das Espécies. Se o critério utilizado for Indefinido ou Falso, predomina o Evolucionismo.